Confronto

Morre o segundo suspeito apontado como integrante de facção após confronto com a PM em Três Lagoas

Ranieri Roque Gonçalves, de 33 anos, conhecido pelo apelido de “Facção”, morreu na noite deste sábado (16) no Hospital Auxiliadora, após um confronto com policiais da Força Tática do 2º Batalhão da Polícia Militar, no condomínio Tucano, localizado no conjunto habitacional Novo Oeste, em Três Lagoas.

O caso foi o segundo registro semelhante em menos de 24 horas na cidade. Na tarde de sexta-feira (15), outro homem apontado como integrante de organização criminosa, identificado pelo apelido de “FB”, morreu após confronto com policiais militares da Força Tática na região do Residencial Orestinho, no Bairro Novo Oeste.

Segundo o boletim de ocorrência, a equipe policial realizava uma tentativa de abordagem quando Ranieri, conforme relato da ocorrência, teria apontado uma arma de fogo em direção aos militares. Houve reação da equipe e o suspeito acabou atingido.

O homem foi socorrido ainda com vida pelos próprios policiais e encaminhado ao Hospital Auxiliadora, mas não resistiu aos ferimentos após dar entrada na unidade hospitalar.

Ranieri era apontado como integrante de uma organização criminosa e possuía antecedentes por crimes como roubo, tráfico de drogas e homicídio.

Antes da ocorrência, imagens divulgadas nas redes sociais mostravam Ranieri ao lado de outros homens em uma publicação com mensagens interpretadas pelas autoridades como ameaça. O conteúdo fazia referência à morte de “FB”, ocorrida no dia anterior, além de mencionar uma possível retaliação e exaltar a sigla da facção criminosa citada na postagem.

No confronto registrado na sexta-feira (15), equipes da Força Tática receberam denúncia de que “FB” estaria escondido em um imóvel da região do Residencial Orestinho. Contra ele havia um mandado de prisão expedido pela Justiça.

Ainda conforme a Polícia Militar, ao perceber a aproximação da equipe, o suspeito teria reagido armado, iniciando o confronto. Baleado durante a ocorrência, ele foi socorrido pelos próprios policiais e levado ao Hospital Auxiliadora, mas morreu após atendimento médico.

Ainda de acordo com a polícia, “FB” era considerado de alta periculosidade, possuía ligação com organização criminosa atuante na região e era investigado por suposta participação em um chamado “tribunal do crime”, além disso, tinha passagens na polícia por homicídio, roubo, entre outros crimes.

Os dois casos seguem sob investigação da Polícia Civil.

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